
Numa curta entrevista ao Jornal “A Avezinha”, a Presidente da Câmara Municipal de Silves, Dr.ª Isabel Soares, falou das inundações que atingiram o concelho de Silves no final do mês de Outubro, mas também da situação actual do Complexo Desportivo de Armação de Pêra.
O texto abaixo apresentado, transcreve apenas as questões colocadas à autarca sobre o Complexo Desportivo de Armação de Pêra durante esta entrevista que a mesma concedeu ao Jornal “A Avezinha”.
A Avezinha – Como está a situação do Parque Desportivo, especialmente o campo de futebol?
Isabel Soares – É das coisas que mais me custa. Digo-lhes do fundo do coração que quero ver resolvido e quero fazer porque Armação de Pêra merece. Já assumi a escola e sei que me vão dar financiamento para o casino que já adjudiquei e que vai começar já. Tenho feito um esforço muito grande para melhorar o que chamamos à pérola do concelho pela qualidade, pela praia, pela bacia lindíssima que tem. Agora aquele espaço onde está o campo de futebol é o mais vergonhoso porque é uma má imagem de requalificação para Armação de Pêra. Preocupo-me com as camadas mais jovens como mãe e educadora. Não podemos esquecer que os jovens precisam cada vez mais de terem uma formação desportiva e de ocupar-lhes os tempos livres. Infelizmente tenho tido dificuldades enormíssimas para negociação de loteamentos, não me permitindo a cedência dos terrenos para poder fazer a permuta com outros ou com terceiros para construir o complexo.
A Avezinha – Neste momento existe algum bloqueio?
Isabel Soares – Não, mas nesta zona os terrenos valem ouro. Há cerca de 2 ou 3 anos, tínhamos feito uma reunião com todos os proprietários e havia da parte deles alguma aceitação com contrapartidas. Desde o primeiro mandato que nós tínhamos ali uma zona de embelezamento, depois mais a norte está previsto dois hotéis de 5 ou 6 estrelas que o Ministério do Ambiente trouxe algumas dificuldades. Vamos ver se conseguimos desenvencilhar isto até Dezembro. O complexo desportivo não está esquecido. Só espero que se consiga resolver o problema dos terrenos e depois o apoio para a construção. Um complexo daquela natureza é muito dispendioso e nós vemos que o Estado neste momento não está a contribuir. O que eu acho é que há assimetrias regionais. Com a Lei das Finanças Locais vamos ficar pior dando aos ricos a possibilidade de serem mais ricos e os pobres mais pobres.
Para ler esta entrevista na íntegra, poderá consultar o site do Jornal regional.com ou clicar no link abaixo apresentado:
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